Candidatos, partidos, marketeiros e eleitores, atenção! As eleições estão chegando. E é ano de copa do mundo. Junho e julho passarão voando e a população estará mais preocupada com Dunga, Kaká e companhia, do que com o cenário eleitoral. Outubro está à porta.
Dilma está com o bloco na rua. Serra ainda nem decidiu. Ciro diz que virá, será? Marina quer ser a terceira via.
Ana Júlia quer a reeleição; corre para entregar obras e negocia alianças. Jatene quer voltar, mas terá forças, recursos e aliados? Jáder sonha com o Palácio dos Despachos; negocia para ter mais apoios e vai cozinhando o PT. PTB e PR sonham lançcar candidato ao governo. PSOL já definiu que terá candidato majoritário, com pouquíssimas chances.
Duciomar virá a Senador, liberando a prefeitura para Anivaldo? Valéria sonha com o senado. Paulo Rocha também, acreditando na força da militância petista. Flexa vê o sonho meio distante, e acedita ceder a vaga para Almir. Almir já se aposentou? Edmilson ainda não decidiu, mas deverá vir a Federal. Secretários do governo querem vagas estaduais e federais. Como ficarão as cadeiras estaduais e federais?
Vamos continuar observando.
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segunda-feira, 1 de março de 2010
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Quadro eleitoral paraense: uma previsão realista?
Muito interessante o que a professora Edilza Fontes publicou em seu blog, prevendo as possíveis coligações e candidatos ao governo do Pará e ao senado. Edilza conhece a política paraense bem de perto, tendo sido gestora da Escola de Governo e superintendente do PTP do governo Ana Júlia. Respira política há muito tempo, conhecendo muitos de seus bastidores e história. Observar suas previsões merece bastante atenção. As previsões de Edilza batem com o que outros blogs bem informados têm publicados, reforçando suas impressões.
Leia a seguir:
--------
Prováveis coligações para 2010
Conforme prometemos, estamos divulgando as possíveis coligações, de acordo com o cenário hoje. Mais abaixo, temos o tempo de TV para o cargo de governador (a) de cada coligação. Esta é a segunda publicação que trazemos nesta mesma linha e que foi feita por um colaborador do blog que acompanha de perto a movimentação política paraense . A primeira foi feita por nós e embasada por documento publicado no site do TRE-MS.
Nome da Coligação: Federação do Emergentes.
Provável candidato: Tremonte
O que ainda pode mudar: PTC e PHS virem para a campanha de Ana, em virtude do quadro nacional.
17 - PSL
27 - PSDC
28 - PRTB
31 - PHS
36 - PTC
44 - PRP
70 - PTdoB
Nome da Coligação: União pelo Pará
Candidato: Jatene
Senador:
O que ainda pode mudar: adesões de outros partidos, como o DEM.
23 - PPS
45 - PSDB
Nome da Coligação:Frente de Trabalho
Prováveis candidatos: Jader, Priante, Anivaldo ou Duciomar
Prováveis Senadores: Jader, Duciomar ou Valéria
O que ainda pode mudar: o DEM apoiar Jatene. O bloco PTB/PR apoiar outra candidatura ou marchar em raia própria.
12 - PDT
14 - PTB
15 - PMDB
22 - PR
25 - DEM
Nome da Coligação:Frente de Esquerda
Prováveis candidatos: Fernando Carneiro
Senador: Neide Solimões, Marinor Brito
O que pode mudar: O PSTU romper a frente.
16 - PSTU
21 - PCB
50 - PSOL
Nome da Coligação: Frente Novo Pará
Candidata: Ana Júlia
Senador: Paulo Rocha
O que pode mudar: adesão de outros partidos, particularmente do bloco do Jáder ou do Tremonte. Dos nove partidos abaixo o PTN e o PMN ainda não anunciaram apoio à Ana. Eles podem migrar ou apoiar sem coligar.
10 - PRB
11 - PP
13 - PT
19 - PTN
20 - PSC
33 - PMN
40 - PSB
43 - PV
65 - PCdoB
Quem se arrisca a dar outras opiniões?
Leia a seguir:
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Prováveis coligações para 2010
Conforme prometemos, estamos divulgando as possíveis coligações, de acordo com o cenário hoje. Mais abaixo, temos o tempo de TV para o cargo de governador (a) de cada coligação. Esta é a segunda publicação que trazemos nesta mesma linha e que foi feita por um colaborador do blog que acompanha de perto a movimentação política paraense . A primeira foi feita por nós e embasada por documento publicado no site do TRE-MS.
Nome da Coligação: Federação do Emergentes.
Provável candidato: Tremonte
O que ainda pode mudar: PTC e PHS virem para a campanha de Ana, em virtude do quadro nacional.
17 - PSL
27 - PSDC
28 - PRTB
31 - PHS
36 - PTC
44 - PRP
70 - PTdoB
Nome da Coligação: União pelo Pará
Candidato: Jatene
Senador:
O que ainda pode mudar: adesões de outros partidos, como o DEM.
23 - PPS
45 - PSDB
Nome da Coligação:Frente de Trabalho
Prováveis candidatos: Jader, Priante, Anivaldo ou Duciomar
Prováveis Senadores: Jader, Duciomar ou Valéria
O que ainda pode mudar: o DEM apoiar Jatene. O bloco PTB/PR apoiar outra candidatura ou marchar em raia própria.
12 - PDT
14 - PTB
15 - PMDB
22 - PR
25 - DEM
Nome da Coligação:Frente de Esquerda
Prováveis candidatos: Fernando Carneiro
Senador: Neide Solimões, Marinor Brito
O que pode mudar: O PSTU romper a frente.
16 - PSTU
21 - PCB
50 - PSOL
Nome da Coligação: Frente Novo Pará
Candidata: Ana Júlia
Senador: Paulo Rocha
O que pode mudar: adesão de outros partidos, particularmente do bloco do Jáder ou do Tremonte. Dos nove partidos abaixo o PTN e o PMN ainda não anunciaram apoio à Ana. Eles podem migrar ou apoiar sem coligar.
10 - PRB
11 - PP
13 - PT
19 - PTN
20 - PSC
33 - PMN
40 - PSB
43 - PV
65 - PCdoB
Quem se arrisca a dar outras opiniões?
Nota do PT do Pará tenta esfriar os ânimos
Zé Geraldo (deputado federal PT-PA) fez um discurso forte na Assembleia Legislativa, que responsabilizou o PMDB por "emperrar" a aprovação do empréstimo de R$ 366 milhões que o governo do Pará pretende fazer, mas está dependendo de autorização da Alepa.
Quase no mesmo instante a governadora Ana Júlia revogou o Decreto de Lei que tirava todos os poderes da Casa Civil, mantendo nesta entidade essa importante e estratégica função: nomear e exonerar servidores. Esse puxa-encolhe gerou descontentamentos e desgastes nas outras tendências do partido dos trabalhadores no Pará, e no seu novo gestor Everaldo Martins, irmão de Maria do Carmo - prefeita de Santarém -, que se sentiu desprestigiado.
João Batista, presidente do PT paraense e algumas de suas lideranças correm para esfriar os ânimos e botar água na fervura que, segundo alguns blogs, pode prejudicar ainda mais o relacionamento com o PMDB e as intenções à reeleição da governadora.
Nota do PT na íntegra
O Partido dos Trabalhadores vem, por meio desta nota, reafirmar que não se desviará de seus objetivos e finalidades para 2010, entre elas a de eleger Dilma Rousseff presidente da República, reeleger Ana Júlia Carepa para o governo do Estado e Paulo Rocha para o Senado.
Da mesma forma, continuaremos trabalhando para honrar os compromissos políticos, principalmente àqueles que dizem respeito à consolidação de alianças para a formação de uma frente ampla, de apoio a reeleição de Ana Júlia.
O confronto de ideias é saudável e devemos mantê-lo, porque tem sido assim no PT, nos seus 30 anos, tendo, como finalidade, o fortalecimento da democracia interna e de suas instâncias partidárias.
E é por reconhecer e respeitar as instâncias partidárias que o PT não tem por hábito a intromissão nos assuntos de outros partidos.
Por último, queremos louvar a decisão da governadora Ana Júlia Carepa em revogar o decreto de Lei que transferia competências administrativas da Casa Civil. A decisão reflete a sua preocupação permanente com o desenvolvimento do nosso Estado e do povo paraense.
JOÃO BATISTA
Presidente do PT
-----------------
Leia mais em alguns blogs paraenses:
Zé Geraldo deixou petistas entre desgostosos e eufóricos (Espaço Aberto)
Quase no mesmo instante a governadora Ana Júlia revogou o Decreto de Lei que tirava todos os poderes da Casa Civil, mantendo nesta entidade essa importante e estratégica função: nomear e exonerar servidores. Esse puxa-encolhe gerou descontentamentos e desgastes nas outras tendências do partido dos trabalhadores no Pará, e no seu novo gestor Everaldo Martins, irmão de Maria do Carmo - prefeita de Santarém -, que se sentiu desprestigiado.
João Batista, presidente do PT paraense e algumas de suas lideranças correm para esfriar os ânimos e botar água na fervura que, segundo alguns blogs, pode prejudicar ainda mais o relacionamento com o PMDB e as intenções à reeleição da governadora.
Nota do PT na íntegra
O Partido dos Trabalhadores vem, por meio desta nota, reafirmar que não se desviará de seus objetivos e finalidades para 2010, entre elas a de eleger Dilma Rousseff presidente da República, reeleger Ana Júlia Carepa para o governo do Estado e Paulo Rocha para o Senado.
Da mesma forma, continuaremos trabalhando para honrar os compromissos políticos, principalmente àqueles que dizem respeito à consolidação de alianças para a formação de uma frente ampla, de apoio a reeleição de Ana Júlia.
O confronto de ideias é saudável e devemos mantê-lo, porque tem sido assim no PT, nos seus 30 anos, tendo, como finalidade, o fortalecimento da democracia interna e de suas instâncias partidárias.
E é por reconhecer e respeitar as instâncias partidárias que o PT não tem por hábito a intromissão nos assuntos de outros partidos.
Por último, queremos louvar a decisão da governadora Ana Júlia Carepa em revogar o decreto de Lei que transferia competências administrativas da Casa Civil. A decisão reflete a sua preocupação permanente com o desenvolvimento do nosso Estado e do povo paraense.
JOÃO BATISTA
Presidente do PT
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Leia mais em alguns blogs paraenses:
Zé Geraldo deixou petistas entre desgostosos e eufóricos (Espaço Aberto)
Bombeiros a postos (Blog da Franssinete)
PT, ratões e derrota merecida (Blog do Jeso)
A terceira via (Blog Flanar)
??? (Blog do Bacana)
E se navegar na blogosfera paraense dá para ler muito mais. Observe e se informe.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Nos blogs paraenses ...
Ninho agregado / Blog da Franssinete
O ex-governador Simão Jatene e o governador de São Paulo, José Serra, tiveram uma conversa ao pé do ouvido ontem, sobre as respectivas candidaturas ao governo do Estado e à Presidência da República. Discutiram propostas do programa nacional de governo tucano que será apresentado nas eleições deste ano. O senador Fernando Flexa Ribeiro participou da conversa.
Nas eleições de 2003, foi no Pará que Serra obteve o maior número de votos, em termos proporcionais, do País.
Como PMDB vê o PT, ou melhor, o Governo...
...o problema é que o PMDB já não confia no PT: “É como aquela história do marido que deixa a mulher por causa da amante: fica sempre uma coisa esquisita. E qualquer telefonema em que ele fale baixinho, a mulher fica logo pensando que ele está falando com a amante”.
Encontros /Blog do Bacana
Duciomar Costa que se encontrou dia desses sozinho com Ana Júlia fez o mesmo a quinze dias com Simão Jatene.
Dudu está analisando o terreno, um pé aqui, outro acolá.
Só perto de junho é que deve se manifestar e dizer o que fará.
O ex-governador Simão Jatene e o governador de São Paulo, José Serra, tiveram uma conversa ao pé do ouvido ontem, sobre as respectivas candidaturas ao governo do Estado e à Presidência da República. Discutiram propostas do programa nacional de governo tucano que será apresentado nas eleições deste ano. O senador Fernando Flexa Ribeiro participou da conversa.
Nas eleições de 2003, foi no Pará que Serra obteve o maior número de votos, em termos proporcionais, do País.
Como PMDB vê o PT, ou melhor, o Governo...
...o problema é que o PMDB já não confia no PT: “É como aquela história do marido que deixa a mulher por causa da amante: fica sempre uma coisa esquisita. E qualquer telefonema em que ele fale baixinho, a mulher fica logo pensando que ele está falando com a amante”.
Encontros /Blog do Bacana
Duciomar Costa que se encontrou dia desses sozinho com Ana Júlia fez o mesmo a quinze dias com Simão Jatene.
Dudu está analisando o terreno, um pé aqui, outro acolá.
Só perto de junho é que deve se manifestar e dizer o que fará.

" Chega de lero lero, Jader é o meu candidato a Governador, se ele não vier, o candidato sou eu. E não duvidem."
Priante, colocando-se como pré-candidato do PMDB
(Essa postagem gerou comentários inflamados, uns a favor de Priante e outros caçoando dele, pois não ganhou nem do Dudu a prefeito de Belém).
Programas podem sair da Casa Civil junto com Puty / Blog do Espaço Aberto
O Procampo, o ProJovem, a Casa da Juventude e o Programa de Regularização Fundiária viraram, podem acreditar e apostar, moeda de troca nesta, digamos, rearrumação do secretariado do governo Ana Júlia Carepa.
Explique-se.
Todos os quatro programas mencionados estiveram, nos últimos tempos, ferrenhamente vinculados, ligados, argolados à Casa Civil, desde que pra lá, é claro, foi deslocado o dr. Cláudio Puty.
E sempre houve muita curiosidade para se saber, afinal, por que motivo um programa como o ProJovem estava estreitamente enlaçado com a Casa Civil, se na estrutura do governo existe uma Secretaria de Educação.
Também nunca ninguém entendeu ao certo qual a razão de um programa como o de Regularização Fundiária subordinar-se igualmente ao Gabinete Civil.
Com o andar da carruagem, as perguntas que não queriam calar começaram a ser respondidas naturalmente. E com fatos.
E os fatos demonstraram que a vinculação desses programas contemplavam, primordialmente, o propósito – nos últimos meses cada vez mais maldisfarçado – de dar substância à pré-candidatura de Puty a deputado federal pela Democracia Socialista (DS).
Pois é.
Agora, de saída da Casa Civil, Puty propôs à governadora Ana Júlia, em conversas que ambos tiveram nos últimos dias, deslocar o Procampo, o ProJovem e a Casa da Juventude para o âmbito da Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (Sedes), comandada por Sua Excelência a dra. Eutália Rodrigues.
Por que a Sedes?
Porque a dra. Eutália é indicação direta de Puty.
E o Programa de Regularização Fundiária? Seria deslocado para a Secretaria de Planejamento, Orçamento e Finanças (Sepof).
Qual a moral dessa história?
É que não há e nunca houve critérios técnicos a justificar que a Casa Civil fosse a responsável pelos quatro programas.
Os critérios podem ter sido outros.
Mas técnicos, nunca.
Nunquinha.
Ah, sim.
É possível, é bem possível, que a proposta apresentada pelo secretário não vingue, muito embora Ana Júlia já tenha dado o seu aval – ou quase isso – para que se concretizasse.
Mas que a proposta foi feita, não tenham a menor dúvida.
Foi feita mesmo.
Vamos ver se vai ser concretizada.
Parvoíces / Blog na Ilharga
O Espaço Tucano, que entrou definitivamente para sócio do Clube dos Cretinos, fazendo companhia à fonte ressentida e à central de futricas barbálhicas, parece ignorar que a Casa Civil é parte do Gabinete da Governadora, portanto, apta a abrigar qualquer programa sob a égide de S. Excelência, legitimamente eleita em pleito democrático e marcado pela lisura. Assim como é prerrogativa constitucional da governadora nomear para coordenador desses programas quaisquer pessoas que sejam habilitadas moral e intelectualmente, caso do professor Cláudio Puty.
Isto é muito mais sensato do que o modelo tucano de administrar, quando criaram secretarias de primeira e segunda classes, idiotice que, por motivos óbvios, nunca incomodou o infeliz escriba. Lamentável!
O Procampo, o ProJovem, a Casa da Juventude e o Programa de Regularização Fundiária viraram, podem acreditar e apostar, moeda de troca nesta, digamos, rearrumação do secretariado do governo Ana Júlia Carepa.
Explique-se.
Todos os quatro programas mencionados estiveram, nos últimos tempos, ferrenhamente vinculados, ligados, argolados à Casa Civil, desde que pra lá, é claro, foi deslocado o dr. Cláudio Puty.
E sempre houve muita curiosidade para se saber, afinal, por que motivo um programa como o ProJovem estava estreitamente enlaçado com a Casa Civil, se na estrutura do governo existe uma Secretaria de Educação.
Também nunca ninguém entendeu ao certo qual a razão de um programa como o de Regularização Fundiária subordinar-se igualmente ao Gabinete Civil.
Com o andar da carruagem, as perguntas que não queriam calar começaram a ser respondidas naturalmente. E com fatos.
E os fatos demonstraram que a vinculação desses programas contemplavam, primordialmente, o propósito – nos últimos meses cada vez mais maldisfarçado – de dar substância à pré-candidatura de Puty a deputado federal pela Democracia Socialista (DS).
Pois é.
Agora, de saída da Casa Civil, Puty propôs à governadora Ana Júlia, em conversas que ambos tiveram nos últimos dias, deslocar o Procampo, o ProJovem e a Casa da Juventude para o âmbito da Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social (Sedes), comandada por Sua Excelência a dra. Eutália Rodrigues.
Por que a Sedes?
Porque a dra. Eutália é indicação direta de Puty.
E o Programa de Regularização Fundiária? Seria deslocado para a Secretaria de Planejamento, Orçamento e Finanças (Sepof).
Qual a moral dessa história?
É que não há e nunca houve critérios técnicos a justificar que a Casa Civil fosse a responsável pelos quatro programas.
Os critérios podem ter sido outros.
Mas técnicos, nunca.
Nunquinha.
Ah, sim.
É possível, é bem possível, que a proposta apresentada pelo secretário não vingue, muito embora Ana Júlia já tenha dado o seu aval – ou quase isso – para que se concretizasse.
Mas que a proposta foi feita, não tenham a menor dúvida.
Foi feita mesmo.
Vamos ver se vai ser concretizada.
Parvoíces / Blog na Ilharga
O Espaço Tucano, que entrou definitivamente para sócio do Clube dos Cretinos, fazendo companhia à fonte ressentida e à central de futricas barbálhicas, parece ignorar que a Casa Civil é parte do Gabinete da Governadora, portanto, apta a abrigar qualquer programa sob a égide de S. Excelência, legitimamente eleita em pleito democrático e marcado pela lisura. Assim como é prerrogativa constitucional da governadora nomear para coordenador desses programas quaisquer pessoas que sejam habilitadas moral e intelectualmente, caso do professor Cláudio Puty.
Isto é muito mais sensato do que o modelo tucano de administrar, quando criaram secretarias de primeira e segunda classes, idiotice que, por motivos óbvios, nunca incomodou o infeliz escriba. Lamentável!
sábado, 30 de janeiro de 2010
Puty: "O PSDB está na contramão da história. O futuro somos nós."
O Observatório Eleitoral - OE - lança a seção de entrevistas "Entrevistas do Observatório". Aqui você encontrará as idéias e observações sobre temas importantes sobre política eleitoral, diretas de personagens que fazem e farão a história eleitoral de 2010 do Pará e do Brasil, de todos os partidos e ideologias. Aqui tem espaço para todos. O importante é construir e contribuir para o debate ético e para a formação da opinião e observações dos eleitores.Para inaugurar a nossa coluna de entrevistas, o escolhido foi o chefe da Casa Civil do Governo do Estado do Pará, Cláudio Puty. Belenense, Puty é formado em Economia pela Universidade Federal do Pará, mestre em Teoria Econômicapela Universidade de Tsukuba, no Japão, e doutor em Economia Política pela New School for Social Research, em Nova Iorque. Militante assumido desde os tempos de estudante secundarista,o atual chefe da Casa Civil é filiado ao Partido dos Trabalhadores e forte candidato a pleitear uma vaga na Câmara Federal pela legenda nas eleições de outubro. Em seu blog recém criado, Puty se declara “um socialista que sonha com um mundo profundamente democrático e comunitário”.
Blogosfera
Observatório: Olá, secretário. Impossível não começar essa entrevista comentando sobre o seu blog criado na semana passada. Quais são suas primeiras impressões e respostas após um pouco mais de uma semana na blogosfera? Como o senhor vê o impacto dessas novas ferramentas de aproximação com o povo nas próximas eleições?
Puty: Blogosfera é interação, opinião e debate, oportunidade para combinar ação e reflexão, para explicar às pessoas o que nos move, quais os objetivos das ações e políticas públicas que temos adotado para mudar o Pará e as idéias que inspiram essas ações. Essa primeira semana tem sido estimulante. Tenho recebido mensagens encorajadoras, muita crítica construtiva e um número ínfimo de material inservível, predatório. A rede social na internet é estratégica não apenas no contexto eleitoral. Trata-se de um espaço público que rompe o bloqueio hegemônico da mídia convencional sobre o fluxo de informações e que se consolida como ferramenta privilegiada de aproximação entre as pessoas.
Candidatura à Câmara
Observatório: Especula-se na imprensa paraense que o senhor será candidato à Câmara Federal pelo PT. Isso o atrapalha de alguma forma na condução da Casa Civil?
Puty: Como você diz, trata-se de uma especulação. É óbvio que a governadora Ana Júlia tem todo interesse em debater uma candidatura à Câmara Federal que garanta sustentação política às teses que defendemos no âmbito do PT para a sociedade. Para nós, do PT, os projetos vêm antes dos nomes. A Casa Civil é o braço da articulação política do Executivo, mais especificamente da governadora Ana Júlia. Por ser uma posição de evidência no governo, está sujeita a todo tipo de julgamento, especulações e ilações que, se não ajudam, tampouco atrapalham. São apenas conseqüências das atribuições do cargo. Se for candidato, vou sair no prazo legal e isso não atrapalha nem um pouco a condução da Casa Civil; se não for candidato, fico na Casa Civil até quando a governadora Ana Júlia considerar que é necessária a minha permanência nessa função.
Governo Ana Júlia
Observatório: O senhor conseguiu implementar todos os projetos que planejou quando assumiu a Casa Civil em 2008 ou a crise econômica adiou alguns?
Puty: O Governo Popular assumiu em 2007 com o objetivo de fomentar um novo modelo de desenvolvimento para o Estado, que colocasse como centro de sua ação todos os municípios e todas as regiões – e não apenas a capital -; um modelo que eliminasse os gargalos que nos impedem de incorporar valor às nossas matérias-primas, verticalizando por exemplo a produção minerária; um modelo que criasse uma base tecnológica para a produção de conhecimento na região – por meio de parques tecnológicos, de universidades, como a Ufopa, e do NavegaPará; um modelo que preservasse as nossas reservas de biodiversidade e lançasse uma ação de reflorestamento que fosse, ao mesmo tempo, fonte de geração de emprego e renda – a exemplo do programa Um Bilhão de Árvores para a Amazônia -, enfrentasse o passivo ambiental e fundiário no Estado, estabelecesse as bases para a ampliação da oferta de trabalho e renda nas áreas urbanas; um modelo revertesse o déficit habitacional; um modelo que revitalizasse o sistema de segurança pública, sucateado durante 12 anos de gestão neoliberal; um modelo que ampliasse o sistema de saúde pública e viabilizasse a parceria com as prefeituras para reforçar as políticas públicas do Sistema Único de Saúde; um modelo que restabelecesse a confiança no sistema público de ensino, revitalizando as escolas e criando condições mínimas para uma educação de qualidade; e, principalmente, firmasse uma sólida parceria com as organizações populares, para cuidar dos segmentos mais vulneráveis da sociedade.
Mesmo com uma crise internacional que abalou a economia de todo o planeta, temos conseguido fazer o nosso dever de casa, em um Estado que foi completamente desmantelado. Para se ter idéia, a Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa) já anunciou que, nos próximos quatro anos, haverá investimentos de US$ 51 bi no Estado, com geração de 120 mil empregos. Outro dado importante está na diminuição do déficit habitacional: vamos construir um total 100 mil unidades até 2011, e as entregas já começaram. A parceria com as prefeituras também já é realidade. Fazemos hoje repasses fundo a fundo para a saúde municipal. Já reconstruímos mais de 600 escolas no Pará, metade do total de prédios no Estado.
Então podemos dizer que lançamos as bases para a mudança que nos propusemos a realizar, mas a transformação requer tempo, é uma tarefa diária, dura, e temos a convicção de que o povo do Pará vai continuar avalizando o processo que estamos conduzindo, porque ele integra um projeto maior, afinado com o que o presidente Lula iniciou ainda em 2002 e que será aprofundado com a eleição da ministra Dilma Roussef para a Presidência e a recondução de Ana Júlia para o governo do Pará.
Observatório: Na sua opinião, qual a maior mudança que o atual governo implementou no Estado nesses 3 anos de gestão do PT?
Puty: O PT tem a hegemonia, mas não governa só. Temos uma coalizão com vários partidos, dentre os quais destacamos o PMDB, o PDT, o PTB, o PCdoB, o PV, o PSB e o PP, por exemplo. A maior mudança é mesmo a inversão de prioridades, com massivos investimentos públicos na área social, fomento à produção, incentivos à geração de emprego e renda, inclusão, respeito ao funcionalismo público, enfim ... somos, PT e PSDB, como água e óleo.
Duciomar e os problemas da área de saúde
Observatório: Em uma entrevista recente ao jornal Diário do Pará, o prefeito Duciomar Costa apontou o Governo do Estado como responsável pelos problemas no sistema de saúde na capital. Como o Governo viu essa declaração?
Puty: Se o prefeito disse de fato o que o jornal publicou, ele está equivocado. Decreto assinado pela governadora Ana Júlia garante, desde o ano passado, o repasse de recursos direto, fundo a fundo, às prefeituras de todos os municípios para as ações básicas de saúde. Nós ampliamos em muito os agentes do Programa de Saúde da Família em todo o Estado e levamos as ações inclusive para municípios cujo acesso só é possível de barco. Além do mais, há ressarcimento pactuado pelo SUS para qualquer doente que venha do interior para ser atendido na capital e os hospitais regionais, a maioria deles inaugurada na gestão anterior sem nenhum equipamento, apenas simulacros de hospital, estão em pleno funcionamento hoje, alguns deles como referência em várias especialidades.
Pesquisas eleitorais
Observatório: Algumas pesquisas já começaram a ser realizadas para saber como anda o “humor” do eleitor. Qual a avaliação que o senhor faz sobre os resultados apresentados até agora sobre o Governo e o PT?
Puty: A pesquisa afere sempre uma amostragem da opinião pública em um momento específico. É um balizador. As que eu tive acesso mostram que estamos no rumo certo, vamos continuar trabalhando na direção que nos propusemos: a transformação das condições de vida do povo do Pará, o cuidado com as pessoas.
PMDB e outras alianças
Observatório: Todos os nomes e alianças do Partido dos Trabalhadores no Pará para as próximas eleições já estão definidos? Afinal, como está o relacionamento com o PMDB e Jader Barbalho?
Puty: Nós estamos conversando com todos os segmentos políticos interessados em dar continuidade ao projeto democrático-popular iniciado em 2007, que rechaça o modelo neoliberal representado pelo PSDB. Nosso relacionamento com o PMDB é de diálogo, tanto em âmbito local como nacional. Temos um projeto que tem apresentado resultados concretos e queremos mantê-lo, apesar das divergências naturais relacionadas à disputa por espaços no governo. Acredito que vamos superar essas dificuldades pontuais muito em breve.
PSDB: cenários nacional e local
Observatório: Nacionalmente, o PT aposta nas próximas eleições numa comparação direta entre os governos do PSDB e do PT. No Pará, qual será a estratégia?
Puty: O PSDB está na contramão da história. A pauta do neoliberalismo é o passado, quando o povo brasileiro está interessado em debater o futuro. No Pará e no Brasil, o futuro somos nós!
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Jáder será candidato ao Senado
No "O Globo" de hoje:
Costura
O PT e o PMDB do Pará já se acertaram. Os dois vão apoiar a candidatura de Jader Barbalho (PMDB) ao Senado. Só falta agora acertar com a governadora Ana Júlia a participação dos aliados em um eventual futuro governo da petista.
----------------------
Será que essa decisão foi ratificada na visita do ministro Alexandre Padilha, neste último domingo em Belém?
Será que Jader não vai brigar pelo Governo do Estado? Todos que o cercam diziam que ele estava muito motivado. Abriu mão pelo receio de ficar sem mandato?
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
PPS deverá apoiar Jatene no Pará
Durante o encontro estadual do partido, em Belém, neste último sábado, foi praticamente fechado apoio do PPS ao candidato dos tucanos no Pará, Simão Jatene. Em junho, durante congresso da legenda, deverão confirmar o apoio.
Esse movimento de aliança que já era previsto nos bastidores da política paraense, deverá garantir ao PPS a indicação a uma vaga ao senado ou até o nome do vice. Será? Um dos nomes ao senado deverá ficar para Flexa Ribeiro, mesmo apresentando baixíssimos índices nas pesquisas recentes e pouco conhecimento da população pelo seu nome - Flexa foi suplente de Duciomar e assumiu a cadeira quando Dudu foi eleito prefeito de Belém. A preocupação do PPS é que o PSDB deverá buscar mais alianças, e se surgir um parceiro mais forte, poderá perder o direito aos cargos majoritários.
Os caciques do partido no Pará, dentre eles Arnaldo Jordy e João Salame, atualmente deputados estaduais, deverão brigar por vagas de deputados federais. Um nome ventilado para um dos cargos majoritários é de Helenilson Pontes, advogado, santareno, que poderia reforçar a candidatura do PSDB na região do Baixo Amazonas.
Esse movimento de aliança que já era previsto nos bastidores da política paraense, deverá garantir ao PPS a indicação a uma vaga ao senado ou até o nome do vice. Será? Um dos nomes ao senado deverá ficar para Flexa Ribeiro, mesmo apresentando baixíssimos índices nas pesquisas recentes e pouco conhecimento da população pelo seu nome - Flexa foi suplente de Duciomar e assumiu a cadeira quando Dudu foi eleito prefeito de Belém. A preocupação do PPS é que o PSDB deverá buscar mais alianças, e se surgir um parceiro mais forte, poderá perder o direito aos cargos majoritários.
Os caciques do partido no Pará, dentre eles Arnaldo Jordy e João Salame, atualmente deputados estaduais, deverão brigar por vagas de deputados federais. Um nome ventilado para um dos cargos majoritários é de Helenilson Pontes, advogado, santareno, que poderia reforçar a candidatura do PSDB na região do Baixo Amazonas.
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Partidos começam a desenhar candidatos para Câmara Federal
A profªEdilza Fontes, em seu blog, fez uma minuciosa análise sobre os candidatos pareaenses para a câmara federal na próximas eleições. Apesar da atenção maior ao partido que Edilza integra , o PT, a professora não deixa de apontar candidatos de outras legendas e a capacidade destes de arrematar votos. Veja abaixo parte do texto da profªEdilza:
Perspectivas do eleitorado de Belém para a chapa de deputados federais
Alguns “puxadores” de votos, não estarão na disputa para as vagas de deputado federal em 2010. No PMDB, Jader Barbalho decidirá se disputa o governo ou senado. Para onde vão os 83 mil votos que ele conseguiu em Belém?
No PT, Suely Oliveira e Paulo Rocha, não serão mais candidatos a deputado(a) federal, abre-se no eleitorado cativo do PT, uma lacuna política. Quero lembrar que Beto Faro e Zé Geraldo, não demonstraram a capacidade de ampliação política no eleitorado urbano de Belém. Agora, se coloca acandidatura do ex-deputado Mário Cardoso, que obteve em Belém 249.200 mil votos na eleição para o senado em 2006 e 131.670 votos para prefeito de Belém em 2008, semdúvida é um nome possível para preencher esta lacuna eleitoral na capital. Mario não deve ser candidato da unidade na Luta.
No PT, temos ainda, a candidatura do atual chefe da Casa Civil, que nunca concorreu a nenhuma eleição parlamentar, sendo uma incógnita sua eleição. Suely Oliveira consegue transferir votos a Puty? (Suely/Puty são candidatos da DS e farão dobradinha). Sua eleição depende da capacidade de dobrar dentro e fora do PT e de aglutinar várias lideranças em seu entorno.
Paulo Rocha, pela primeira vez na história do PT-Pará, não será candidato a deputado federal. A tendência interna de Paulo Rocha, pretende lançar dois candidatos a federal, o deputado estadual Carlos Martins (oeste do Pará) e o deputado estadual Miriquinho Batista (região tocantina), nenhum com tradição de votação em Belém. Nesta eleição provavelmente terão que ampliar suas votações e buscar votos na capital. Paulo sempre foi o elemento unificador do PT e de seu grupo politico, a pergunta que não quer calar é : conseguirá a Unidade na Luta eleger os dois federais? ou só um? Para quem irá os votos de Paulo Rocha na capital?
Na disputa federal, Vic Pires Franco do DEM deve manter a candidatura a deputado Federal, o desafio será obter o mesmo número de votos, não contando mais com a máquina do governo estadual e municipal.
No PSDB, Zenaldo Coutinho e Nilson Pinto, concorrerão aos mesmos cargos que em 2006, a diferença e que não contarão mais com a máquina do governo. Vamos ver se nestes anos de vida parlamentar, eles conseguiram manter suas votações na capital do estado.
Há uma grande expectativa em relação ao PTB, o partido do prefeito, que não elegeu nenhum federal em 2006. É importante, até pela sobrevivência política do prefeito, ter um deputado federal em Brasília. Não se sabe, qual é o nome preferencial de Duciomar para a Câmara Federal.
Existem ainda dois nomes que surgem com possibilidades eleitorais reais de eleição. São os do Deputado Arnaldo Jordy, que teve 83.520 votos em sua candidatura a prefeito de Belém (2008) e Edmilson Rodrigues, que foi prefeito da capital por dois mandatos, ex-deputado estadual e candidato a governador em 2006 e na sua trajetória política, teve sempre sua base eleitoral na capital. O desafio destes dois candidatos é fazer legenda. Podem ser muito bem votados individualmente, mas se suas agremiações partidárias não conseguirem coeficiente eleitoral para eleger um deputado. Comenta-se nos meios políticos que o coeficiente eleitoral deve ficar em torno de 160 mil votos.
O candidato Ademir Andrade do PSB, Neuton Miranda do PC do B e Zé Carlos do PV, terão as mesmas dificuldades de coeficiente eleitoral, por isso, estão debatendo as possibilidades para a formação de um bloco para concorrer às eleições federais. Com certeza não coligarão com o PT, apesar de apoiarem a reeleição da governadora Ana Júlia.
Perspectivas do eleitorado de Belém para a chapa de deputados federais
Alguns “puxadores” de votos, não estarão na disputa para as vagas de deputado federal em 2010. No PMDB, Jader Barbalho decidirá se disputa o governo ou senado. Para onde vão os 83 mil votos que ele conseguiu em Belém?
No PT, Suely Oliveira e Paulo Rocha, não serão mais candidatos a deputado(a) federal, abre-se no eleitorado cativo do PT, uma lacuna política. Quero lembrar que Beto Faro e Zé Geraldo, não demonstraram a capacidade de ampliação política no eleitorado urbano de Belém. Agora, se coloca acandidatura do ex-deputado Mário Cardoso, que obteve em Belém 249.200 mil votos na eleição para o senado em 2006 e 131.670 votos para prefeito de Belém em 2008, semdúvida é um nome possível para preencher esta lacuna eleitoral na capital. Mario não deve ser candidato da unidade na Luta.
No PT, temos ainda, a candidatura do atual chefe da Casa Civil, que nunca concorreu a nenhuma eleição parlamentar, sendo uma incógnita sua eleição. Suely Oliveira consegue transferir votos a Puty? (Suely/Puty são candidatos da DS e farão dobradinha). Sua eleição depende da capacidade de dobrar dentro e fora do PT e de aglutinar várias lideranças em seu entorno.
Paulo Rocha, pela primeira vez na história do PT-Pará, não será candidato a deputado federal. A tendência interna de Paulo Rocha, pretende lançar dois candidatos a federal, o deputado estadual Carlos Martins (oeste do Pará) e o deputado estadual Miriquinho Batista (região tocantina), nenhum com tradição de votação em Belém. Nesta eleição provavelmente terão que ampliar suas votações e buscar votos na capital. Paulo sempre foi o elemento unificador do PT e de seu grupo politico, a pergunta que não quer calar é : conseguirá a Unidade na Luta eleger os dois federais? ou só um? Para quem irá os votos de Paulo Rocha na capital?
Na disputa federal, Vic Pires Franco do DEM deve manter a candidatura a deputado Federal, o desafio será obter o mesmo número de votos, não contando mais com a máquina do governo estadual e municipal.
No PSDB, Zenaldo Coutinho e Nilson Pinto, concorrerão aos mesmos cargos que em 2006, a diferença e que não contarão mais com a máquina do governo. Vamos ver se nestes anos de vida parlamentar, eles conseguiram manter suas votações na capital do estado.
Há uma grande expectativa em relação ao PTB, o partido do prefeito, que não elegeu nenhum federal em 2006. É importante, até pela sobrevivência política do prefeito, ter um deputado federal em Brasília. Não se sabe, qual é o nome preferencial de Duciomar para a Câmara Federal.
Existem ainda dois nomes que surgem com possibilidades eleitorais reais de eleição. São os do Deputado Arnaldo Jordy, que teve 83.520 votos em sua candidatura a prefeito de Belém (2008) e Edmilson Rodrigues, que foi prefeito da capital por dois mandatos, ex-deputado estadual e candidato a governador em 2006 e na sua trajetória política, teve sempre sua base eleitoral na capital. O desafio destes dois candidatos é fazer legenda. Podem ser muito bem votados individualmente, mas se suas agremiações partidárias não conseguirem coeficiente eleitoral para eleger um deputado. Comenta-se nos meios políticos que o coeficiente eleitoral deve ficar em torno de 160 mil votos.
O candidato Ademir Andrade do PSB, Neuton Miranda do PC do B e Zé Carlos do PV, terão as mesmas dificuldades de coeficiente eleitoral, por isso, estão debatendo as possibilidades para a formação de um bloco para concorrer às eleições federais. Com certeza não coligarão com o PT, apesar de apoiarem a reeleição da governadora Ana Júlia.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
PSOL decide rumo de seus candidatos
O blog da profª Edilza revelou nesta quinta(14) que o PSOL já decidiu o futuro eleitoral dos seus princiais nomes para o pleito de 2010. O ex-prefeito Edmilson Rodrigues será candidato a deputado federal, e pelo mesmo caminho seguirá o senador José Neri. Já a ex-deputada estadual, Araceli Lemos, seria provavelmente candidata ao governo do estado.
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