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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Esposa do Roriz em debate: cômico ou trágico?



Meu Deus do céu! O que é isso???!!!!!!!!!!!! Ela gostou do cenário azul!

Brasília merece ...

sábado, 17 de abril de 2010

DF tem novo governador - Rogério Rosso, do PMDB

O ex-secretário de Desenvolvimento Econômico do Distrito Federal Rogério Rosso (PMDB) foi eleito neste sábado novo governador do DF. O peemedebista conseguiu obter 13 votos dos integrantes da Câmara Legislativa e acabou eleito em primeiro turno --já que teve o apoio de mais da metade dos 24 deputados distritais.

O candidato do PT, Antônio Ibañez, recebeu seis votos e Wilson Lima (PR), outros quatro. O deputado Raad Massouh (DEM) se absteve na votação. Luiz Filipe Coelho (PTB) não recebeu nenhum voto.

Rosso conquistou a vitória com o apoio do PMDB, do PPS, do DEM e inclusive de parte do PR --que tinha como candidato o atual governador interino do DF, Wilson Lima. Na chapa, além de Rosso, a ex-secretária Ivelise Longhi (PMDB) foi eleita vice-governadora do DF.

O novo governador foi secretário de Desenvolvimento Econômico e administrador de Ceilândia no último governo Joaquim Roriz (PSC) e, na gestão de Arruda, presidiu a Codeplan (Companhia de Planejamento do Distrito Federal).

A votação ocorreu de forma aberta, com cada um dos 24 deputados distritais proclamando o seu voto. Rosso vai ocupar o cargo para um mandato tampão até o final do ano.

Favorito antes do pleito, Lima acabou a eleição derrotado pelo candidato do PMDB. Lima era o candidato do ex-governador do DF Joaquim Roriz (PSC) e de aliados do ex-governador José Roberto Arruda (sem partido).

Arruda foi cassado no mês passado por infidelidade partidária por ter saído do DEM. Envolvido em um escândalo de corrupção, ele ficou preso por dois meses por determinação do STJ (Superior Tribunal de Justiça).

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Assim falou o Estadão:

Com os votos dos deputados sob suspeita de corrupção, um ex-secretário de José Roberto Arruda será o novo governador do Distrito Federal. O advogado Rogério Rosso (PMDB) foi eleito neste sábado na eleição indireta realizada pela Câmara Distrital para substituir Arruda, cassado em março pela Justiça Eleitoral por infidelidade partidária em meio ao escândalo de corrupção de Brasília.

Rosso ocupará o cargo até o fim deste ano. Ele conseguiu vencer no primeiro turno ao obter os votos de 13 dos 24 deputados distritais. Votaram nele os nove parlamentares investigados no inquérito conduzido pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), entre eles Geraldo Naves (sem partido), que estava preso até semana passada, Eurides Brito (PMDB), Benedito Domingos (PP) e Pedro do Ovo (PRP).

A posse do novo governador será na segunda-feira. O petista Antônio Ibãnez ficou em segundo lugar, com seis votos, e o deputado Wilson Lima (PR), que estava como governador em exercício, ficou em terceiro, com 4 votos apenas. Suplente de deputado federal, Rogério Rosso, 41 anos, foi presidente da Companhia de Planejamento do DF (Codeplan) na gestão de Arruda. O órgão é investigado pelo inquérito aberto a partir das investigações da Polícia Federal (PF), na Operação Caixa de Pandora, sobre o esquema de corrupção na cidade. Delator do esquema de corrupção, Durval Barbosa dirigiu a Codeplan na gestão do ex-governador Joaquim Roriz (PSC).

Rosso, aliás, já foi aliado de Roriz, ocupando um cargo de administrador regional no DF em seu governo. Hoje, mudou de lado e aliou-se ao deputado federal Tadeu Filippelli (PMDB), que dirige o PMDB de Brasília. "Quando a gente trabalha em governo, ocupa funções técnicas, não denigre. O que importa é o trabalho feito", afirmou Rosso, após o resultado.

Outro vencedor. Filippelli é o grande vencedor político dessa eleição, já que é adversário de Roriz e Arruda. Agora, o PMDB espera que, com o governo em suas mãos, consiga negociar com o PT uma chapa forte para as eleições do DF em outubro e, também, para construir um palanque de ponta para a candidatura de Dilma Rousseff à Presidência da República.

Dez candidatos chegaram a se inscrever, mas apenas quatro participaram da votação em razão de seis desistências. O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) declarou em março a perda do mandato de Arruda porque ele desfiliou-se do DEM em dezembro após a revelação do esquema de corrupção. Na época ainda preso na cela da Polícia Federal, Arruda decidiu não recorrer e abriu mão do cargo de governador. A Constituição determina, nesse tipo de vacância do cargo, eleições indiretas pela Câmara Legislativa.

Fonte: UOL / Estadão

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Solto, agora Arruda tenta sair de Brasília

No sábado, Câmara fará eleição indireta para novo governador

BRASÍLIA. Numa tentativa de aliviar o desgaste de passar dois meses na prisão, o ex-governador José Roberto Arruda está planejando fazer uma longa viagem para fora de Brasília. O ex-governador estaria procurando um refúgio em que pudesse descansar sem ser reconhecido pela população. Uma missão quase impossível: Arruda fez fama nacional como o suposto chefe do mensalão do DEM. Num dos vídeos do escândalo, o ex-governador aparece recebendo R$50 mil do ex-secretário Durval Barbosa, o operador do mensalão.
- Ele quer ficar num lugar que ninguém o conheça, ninguém saiba quem ele é. Vocês (jornalistas) têm que esquecê-lo. Ele não quer mais nada. Só quer paz - disse Alberto Fraga, ex-secretário de Transporte e amigo de Arruda.
Segundo Fraga, o ex-governador e a mulher, Flávia, já decidiram que não vão viajar para o exterior, mas ainda não decidiram o local onde gostariam de ficar. Para deixar o país, Arruda entende que precisaria de autorização do Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde responde a inquérito sobre o mensalão do DEM. Arruda também ainda é peça-chave na eleição indireta para a escolha de seu sucessor.
Os dois candidatos mais fortes até o momento são o governador interino, Wilson Lima (PR), e o deputado Rogério Rosso (PMDB). Wilson Lima tem o apoio de aliados de Arruda e também do ex-governador Joaquim Roriz, que renunciou ao mandato de senador em 2007 depois de ser acusado de receber propina do empresário Nenê Constantino. Rosso se fortaleceu com o acordo que está sendo costurado entre as bancadas de PT e PMDB. Contra Rosso pesa o fato de ter presidido a Codeplan (Companhia de Planejamento da Capital) desde o início do governo Arruda.
A Codeplan é apontada pelo Ministério Público como uma das bases de operação do grupo de Arruda. O órgão se tornou até alvo de uma CPI da Câmara Distrital. A eleição está marcada para sábado, e até o deputado Geraldo Naves (ex-DEM), que também esteve preso por 61 dias na penitenciária da Papuda, poderá votar na escolha do sucessor de Arruda.

Fonte: Jailton de Carvalho / O Globo

domingo, 21 de março de 2010

Agnelo Queiroz é eleito pré-candidato do PT ao governo do DF

O ex-ministro dos Esportes Agnelo Queiroz é o pré-candidato do Partido dos Trabalhadores ao governo do Distrito Federal para as eleições de outubro deste ano. A votação que elegeu Queiroz pré-candidato foi realizada neste domingo (21) em 20 diretórios da legenda no DF.

A presença de um terço dos filiados do DF, cerca de oito mil pessoas, foi esperada para votar nas urnas eletrônicas cedidas pelo Tribunal Regional Eleitoral. Queiroz disputava a indicação com o deputado federal Geraldo Magela.

Durante a manhã e a tarde deste domingo, Queiroz e Magela fizeram campanha nos principais diretórios locais para conversar com filiados, como Santa Maria, Taguatinga e Ceilândia.

Médico, deputado distrital (1990) e deputado federal pelo PCdoB em 1994, 1998 e 2002, Queiroz é, atualmente, diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Queiroz filiou-se ao PT em 2008 e já era um nome forte do partido para o governo do DF, há mais de um ano. Já a entrada de Magela na disputa tem cerca de um mês.

“É a primeira vez que temos resultado rápido, seguro, que não há dúvida sobre o resultado”, disse o presidente do PT-DF, Roberto Policarpo, que anunciou o resultado das votações por meio de um acompanhamento paralelo, antes do resultado oficial, ao lado dos dois candidatos.

Apesar da derrota, Magela foi o primeiro a se pronunciar. Ele prometeu apoio ao concorrente e união da legenda na disputa eleitoral do fim do ano. “Peço que todos e todas que me apoiaram apóiem o candidato Agnelo. A nossa disputa acabou aqui. O único adversário é a direita, a corrupção”, disse.

O discurso de Queiroz seguiu o mesmo tom, negando que as prévias representariam uma racha interno no PT. “Concordo plenamente que após o debate, após o embate eleitoral e as prévias e, hoje, nós somos um único partido, estamos unidos. Qualquer divergência não pode jamais colocar em risco ganhar a eleição porque uma mulher que vai presidir o Brasil, precisa de um palanque forte”, defendeu, fazendo referência à pré-candidata do PT à Presidência, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef.

Segundo o petista, a partir desta segunda-feira, a direção da legenda já vai iniciar conversas com outros partidos da base do governo para fazer as mesmas alianças locais que serão formadas em nível nacional.

Polêmica

Questionado se as denúncias de que teria um imóvel acima de seus rendimentos , realizado obra irregular e de ter visto os vídeos do escândalo do mensalão do DEM antes de virem à público, teriam enfraquecido o apoio do PT a sua candidatura, Queiroz rebate que o efeito foi o oposto.

Agnelo Queiroz rebateu as acusações de que teria um imóvel acima de seus rendimentos e de que teria visto os vídeos do escândalo do mensalão do DEM antes de virem à público. Para o pré-candidato, essas acusações não o enfraqueceram, pelo contrário.

“Fortaleceu [o apoio do PT à candidatura dele]. [Os denunciantes] foram absolutamente desmoralizados. Isso só mostrou que eram denúncias feitas para tentar interferir com a prévia do PT, mas como foram esclarecidas completamente. Só ficou um sentimento muito grande da militância de que era uma tentativa de me tirar da disputa”, alegou.

A informação que vazou na imprensa contra o atual pré-candidato petista foi de que ele possui uma casa de mais de 500 metros quadrados no valor de R$ 400 mil em Brasília – o que, segundo reportagem da revista "Época", seria incompatível com os rendimentos dele. Além disso, Queiroz teria mandado construir uma quadra de tênis, um campo de futebol e um pequeno lago em um terreno vizinho que era em área pública, o que significa que a obra era irregular.

O ex-ministro reconheceu que cometeu um erro ao construir o imóvel em terreno público, porém, justificou teria condições de pagar o imóvel com o apoio da esposa.

Já sobre o fato de ter visto os vídeos de Durval Barbosa (delador do mensalão do DEM), Queiroz disse esperar que suas imagens com Barbosa também sejam divulgadas. "Quero evitar outras especulações e demonstrar que não houve irregularidade".

Fonte: UOL